Aquele velho tocador de gado
Que tocava o gado nas Minas Gerais
Que trabalhava desde pequenino
Desde que menino ele perdeu os pais
Assim que o sol se punha na montanha
Ele ficava ali olhando o sol partir
E começava a nos contar historias
Cada qual mais linda e boa de se ouvir
Depois pegava na sua viola
E nos contava histórias que ninguém contava
Pegava na sua viola
E nos contava coisas que ninguém contava
Saudades da viola dele!
Saudades das historias dele!
Saudades da viola dele!
Saudades das cantigas dele!
Saudades do meu pai cansado, coração emocionado
De quando o olho “avermelhava”
Ele se desculpava pelo resfriado!



