Nos rios da babilônia, as suas margens andei
Nos seus salgueiros pendidos, arrependido chorei
Juntei ao rio o meu pranto, e no salgueiro eu deixei
Minha guitarra e meu canto que em minha terra eu cantei
Nasceu a flor e o espinho, onde pisei e dançai
Longe sem ver o meu ninho
Não mais sorri nem amei oh! Oh!
Medi com minha tristeza
O infinito do amor
Pisei com medo e coragem
No poço imenso da dor
Cantei ao mundo meu canto
E no meu canto eu deixei rolar meus rios de pranto
Tanta saudade eu passei
Nasceu a flor e o espinho, onde pisei e dançai
Longe sem ver o meu ninho
Não mais sorri nem amei
Mas voltarei, mas voltarei, mas voltarei.



