Nomes, em geral significam algo. Nem sempre nos explicam, por isso não nos explicamos. Minha cunhada chama-se Glória, minha primeira sobrinha neta chama-se Carolina.
Eu deveria explicar a elas que, na verdade, Carolina deriva de Glória. Acho que nem o Zé Luis e a Lázara, pais da Carolina, sabiam a ligação estreita entre Glória e Carolina.
Kvod, em hebraico era o nome da nuvem luminosa, traduzida como Glória de Deus, luz de Deus a guiar o povo no deserto. A palavra Carol, de onde vem Carolina, lembra canções de louvor. Carolina seria hoje, uma pequena canção de louvor à glória de Deus. O povo hebreu aprendeu a retribuir com hino e carols, ou carolinas, à glória, à luz de Deus que o guiava. Hoje,nas missas, cantamos o Glória.
Resumindo: Deus, por uma nuvem luminosa (Kvod), guiava o povo pelo deserto. O povo através dos tempos cantava hinos, salmos e “carols” à glória de Deus. Uma cultura dentro da outra trouxe até nós um conceito: “Cantemos ao Deus que nos conduz e ilumina.”




