Pe. Zezinho, scj
Ironia das ironias! Num dos lugares de trabalho escravo da era Hitler lia-se: Arbeit mach frei: O trabalho liberta. Na colônia de fiéis salvos por Jim Jones, em Jonestown, nas Guianas, proclamava-se a liberdade em Cristo, mas ele envenenou mais de 800 seguidores ao ver que muitos o queriam abandonar. Em Cuba, cantavam-se odes à liberdade, mas muitos foram mortos por tentarem sair de lá. Muitas novas igrejas, que garantem libertar do pecado mantêm o fiel prisioneiro no novo país para onde foi enviado, ou ameaçado de inferno se mudar de igreja. Haverá sempre alguém a justificar as prisões que construíram em nome da ideologia, da raça ou da fé. Hitler apostava no orgulho alemão, humilhado pela derrota na guerra l914-l918. Montou um enorme aparato de mentira e conseguiu por muitos anos enganar o povo alemão.
O mundo conheceu esse tipo de marketing em todas as épocas. Tudo indica que não mudará. Governantes ditatoriais investem pesado na propaganda e no marketing. Precisam da mentira para a sobrevivência do seu regime. Olhe, leia e veja!




