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A bem da verdade, estamos melhorando, e muito! Há radialistas de primeira categoria em algumas emissoras católicas. Também na televisão! Mas ainda não formam maioria. Maioria ainda são os amadores, que não fizeram nenhum curso de dicção, de leitura, de inflexão e de linguagem radiofônica. Ainda reina grandemente o amadorismo e o improviso.
Os cursos existem. Quem os dá, mostra-se disposto e ir lá e ensinar. Deve haver razões para não se fazer. Enquanto isso, perdem-se oportunidades de ouro de dinamizar programas, recheá-los de noticias, alternâncias, informações, leituras de trechos de documentos, escolha de canções adequadas ao dia.
A canção ainda depende do gosto e do critério do discotecário que, se pertencer a um movimento particular privilegiará as canções do seu movimento, em detrimento de outras, com carga maior de catequese e de teologia. O critério catequese, teologia, sociologia não entra. Se ele crê apenas em canções de louvor só programará os cantores de louvor. E ignorará os teólogos, educadores e psicólogos que também escrevem canções.
Passe dez horas ouvindo rádios e televisões católicas, grave e estude a dinâmica, o conteúdo, as inflexões de voz, as alternâncias e conclua… Estamos melhorando, mas falta muito para termos o profissionalismo de algumas grandes emissoras do país. Vai melhorar? Não só vai como está melhorando, mas teremos que investir mais dinheiro se quisermos melhoria.




