Que a internet às vezes escraviza e borra um nome de maneira indelével, sei eu com meus fictícios 313 seguidores do Twitter Mussum. Tenho reclamado, mas não há como tirá-lo do ar.
Explico-me. Alguém que não sei quem é porque não assina, usou meu nome e minha foto, fingindo ser Padre Zezinho scj e conseguiu, até o momento em que escrevo, o número de 313 seguidores. Já é demais para uma mentira!
Acontece que meus “seguidores” não são meus seguidores, porque não sou mussum e nada tenho a ver com aquele twit… Sou pássaro que não twitta. Canto de outra forma e em outros veículos, mas não pelo twitter. Assim sendo, quem se apossou de minha foto e me deu o cômico codinome de Mussum, quis alguma coisa que, pelo jeito não deu certo, posto que só conseguiu 313 seguidores. Tenho milhares de vezes mais leitores e ouvintes do que isso! Quem entrou lá se deu conta de que não era eu a lhes falar. Não é meu jeito de comunicar. E agradeço a quem reagiu. É sinal de que me levam a sério.
Quem quiser ler minhas mensagens, as achará na paulinas.org.br e na Catolicanet no site Além disso há mais de 90 livros, mais de 115 cds e artigos disseminados por dezenas de jornais e revistas no Brasil e no exterior. Mas twitter… eu não tenho!
Motivo? Fiz minha opção e respeito quem optou pela agilidade do twitter. Há mais de 50 opções para quem quer se comunicar via relacionamentos. No meu site acima indicado há pensamentos que ofereço a quem gosta de twittar.
Aos que ainda tentam contato comigo pelo tal Mussum, aviso que trata-se de alguém que usa meu nome com um codinome no mínimo estranho, posto que não tenho a menor verve para comédia. O Mussum não merece isso. Nem eu. Ele era bom no que fazia e espero ser bom no que faço.
Agradeceria aos meus leitores e amigos se alertassem quem ainda segue aquele twitter. Saiam dessa! Não é meu!




