O avião não decolou, o navio não saiu do porto, o trem não pode sair.
Faltou quem os consertasse.
O prédio ficou sem água, o outro ficou sem luz e um terceiro tinha cheiro fétido.
Faltaram reparadores.
O relógio parou, a avenida congestionou, os bueiros entupiram
Falta de reparação e de limpeza.
O carro ficou na garagem, o restaurante não funcionou, a emissora saiu do ar.
Falta de consertos.
Portas, janelas, telhados, ralos, bueiros, aeroportos, rodoviárias, restaurantes, hotéis, supermercados, templos, estádios, e ogivas, tudo para ou tudo espera por alta de técnicos em conserto.
Os engenheiros e arquitetos podem criar e erguer, mas a cidade só funciona porque todo e qualquer defeito, que sempre aparece encontra quem o repare. No mundo, mais se conserta do que se cria.
Por isso, a vocação de reparar é uma das mais importantes e urgentes da vida. Quando, pois, um dehoniano se declara padre “do Coração de Jesus” ou “Padre Reparador”, está dizendo que optou pela mística, da restauração, do conserto, da reparação, se preciso da recriação.
Com um simples serrote, alguns pregos, um martelo e uma torquês é possível construir uma casa. Nem sempre é o tamanho da ferramenta que conserta grandes obras. Enormes caminhões tornam a rodar com a ajuda de uma simples chave de fenda. Tudo depende da habilidade e do talento do reparador.
Saiba mais sobre nossa mística. Somos os padres consertadores. E os primeiros consertos precisam começar em nós e entre nós. Mas se alguém precisar faremos nossa parte.
Rasgou, a gente repara. Quebrou, a gente refaz. Trincou a gente reforma. O projeto é este. Nem sempre conseguimos, mas formos chamados a esta missão.
Somos os padres do Sagrado Coração de Jesus, e porque inspirados no sociólogo e advogado Padre Dehon, também nos chamam de dehonianos.
Procure conhecer-nos!




